segunda-feira, 13 de outubro de 2014


Um aluno me perguntou o que poderia fazer para melhorar seu medo e o branco na hora da apresentação em sala.

Resolvi dividir isto em um PODCAST.


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Descrição de Eventos mais comuns e intenções.

Aqui você pode encontrar uma descrição rápida dos principais eventos dos quais se pode participar como aluno e profissional, como palestras, cursos, workshop, mesa-redonda, simpósios, seminários e congressos. A ideia foi resumir os principais pontos para que você possa entender as intenções dos diferentes eventos. Desta forma você pode ser mais assertivo na sua participação como ouvinte ou apresentador.
ESCUTE NO PODCAST - DESCRIÇÃO DE EVENTOS MAIS COMUNS E INTEÇÕES.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Tipos de apresentação praticadas em eventos científicos.

Uma das principais dúvidas que ocorre quando o aluno vai ao seu primeiro evento é a escolha da forma da apresentação. Existem dois tipos básicos de apresentação, uma é banner, a mais conhecida e utilizada pela simplicidade. Fazer um banner não exige tanto quanto uma apresentação oral, que é a segunda forma de apresentação. Voltando ao banner, este tipo de apresentação é mais descontraída pois não é formal, não tem uma hora certa ou não é cercado da atmosfera de uma sala e de posições bem determinadas, apresentador e público. O banner geralmente fica entre outros banners e a pressão do público se dilui não cobrando tanto do apresentador. Na apresentação oral, o aluno ou apresentador tem hora determinada, local e recursos que deve gerenciar, como computadores, arquivos e outros se for o caso. O apresentador tem que lidar com uma série de dificuldades como medo de falar em público para pessoas realmente desconhecidas, enfrentar perguntas, apresentar seu trabalho depois de um palestrante espetacular, entre outras que podem ocorrer. Isto, com certeza cobra do apresentador uma série de posturas e outras habilidades que um banner não cobra, portanto, e por isso é uma forma diferenciada de exposição do trabalho e também de crescimento. Então, se quiser um desafio, se prepare para uma apresentação em sala, com certeza a simples experiência vai te dar dimensão das habilidades a serem melhoradas para que em uma segunda apresentação se saia muito melhor. Não existe um bom apresentador, existem pessoas bem preparadas para uma apresentação. (Episódio também disponível em Podcast, acima a direita do blog).

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O planejamento não acompanha os editais de IC

Hoje gostaria de dizer que, em alguns cursos e talvez por conta da natureza do trabalho, as datas de editais não casam com projetos. O que quero dizer é que nem sempre há uma lógica entre o tempo do edital e do projeto. Deixe me dar um exemplo. Na agronomia plantamos experimentos, na maioria, em novembro. Os editais tem resultados em outubro e novembro. Hora, não há como esperar o resultado do edital para começar a trabalhar no projeto. Dependendo da natureza do projeto e da área fica impossível realizar o projeto na dependência do edital, pois quando sai o resultado já temos que ter planejado, escolhido área, ter material e agenda para cumprir no ato do resultado. Então é isso, dependendo do projeto, existe necessidade de se trabalhar com antecedência apostando na aprovação da bolsa almejada, sem garantias. Caso contrário ocorre um atraso que pode comprometer o projeto e seus resultados. Então, se você faz um projeto pensando na bolsa isso tem uma grande chance de dar errado, mas se faz por prazer e tem compromisso com seu conhecimento isso tem muita chance de dar certo e ter aprovação de uma bolsa. Até por que está todo mundo vendo o que ocorre. E no final fica tudo quite, pois quem começa  mais cedo geralmente termina mais cedo. Quero dizer, se não ganha no início pelo trabalho, no final irá ganhar com muito menos ou nenhum esforço. No final mesmo o que conta é o resultado e a evolução, ou seja, o ganho para instituição, aluno e professor. Portanto, esqueça se vai conseguir uma bolsa, trabalhe que ela muito provavelmente vai cair no seu colo. (Episódio também disponível em Podcast, acima a direita do blog).

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Como se dar bem na parte escrita de um trabalho de Iniciação Científica

Minha dica para que você possa fazer um trabalho na parte escrita é separar um caderno para isto e anotar tudo. Quando digo tudo, digo tudo. Para isto você vai ter que conhecer as informações que serão cobradas na parte bibliográfica, a mais importante do trabalho por que demonstra o grau de profundidade do trabalho. Leia as regras para saber quais informações são exigidas para montagem da Referência Bibliográfica. Decore elas, é certo que hajam exemplos onde leu sobre isto. Preste atenção no detalhes, eles fazem a diferença. Então se você leu uma série de documentos e enxerga que neles há conteúdo para o seu trabalho. Para Daí pega o caderno ou no computador e anota o nome do trabalho, os autores, ano e as outras informações. Reescreva de forma diferente, sem se esquecer de referenciar adequadamente segundo as normas, com seu toque pessoal, sem alterar o conteúdo do trabalho estudado, o que lhe interessa de forma a guiar as idéias sobre o ponto que está estudando. No início fica parecendo uma bagunça, mas com um pouco de cuidado você verá que pode dar uma ordem inteligível às informações referenciadas. Só através de certo volume de informação conseguirá organizar um bom pedaço do trabalho e notará que, para se fazer uma boa referência escrita, se gasta um grande tempo. Não deixe de escutar minha conversa com Dr. Carlos Henrique de Freitas no PODCAST.

domingo, 10 de agosto de 2014

Aprenda a usar a biblioteca com profundidade.

Uma das ferramentas mais importantes que alguém pode ter quando faz Iniciaçâo Científica (IC) é a biblioteca. Nela vocês vão encontrar as publicações capazes de fazer seu trabalho decolar em conteúdo. Poucos alunos conhecem a biblioteca como deveria e principalmente seus serviços. A biblioteca e os bibliotecários são praticamente parte integrante de todos os trabalhos acadêmicos e IC gerados dentro da faculdade. Minha sugestão é que estude o serviço Comut  que permite a obtenção de cópias de documentos técnico-científicos disponíveis nos acervos das principais bibliotecas brasileiras. E por gentileza, seja organizado, pois este serviço é sério, exige recursos humanos e materiais de várias ordens para ser realizado. Desta forma, caso não seja bem utilizado será pouco útil. Seja acertivo. E para ser acertivo é necessário saber bem como funciono e que informação deseja.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Ensino Pesquisa e Extensão

Olá. Este é o tripé a da maioria das pessoas que passa por uma Iniciação Científica (IC).  Ensino, pesquisa e extensão. Talvez mais em uma área que nas outras duas, mas sempre se acaba vendo um pouco de todas.
O ensino acaba sendo realizado quando, ao final do trabalho, o aluno muda de posição e passa a apresentar seu trabalho a outros.
A pesquisa é o trabalho diário com o orientador e de leitura crítica do assunto.
A Extensão vem da prática. Algumas vezes aplicado, outra ainda a caminho da aplicação, geralmente assuntos muito novos.
O aluno de IC foge a regra pois acaba entendendo que o uma instituição de ensino é mais do que somente aulas assistidas. O mercado no final do curso já sabe que alunos de IC são diferenciados. Se não oferecem experiência, pelo menos tem conteúdo diferenciado.